sexta-feira, 6 de julho de 2012

A rola do Papai


Eu já passei dos trinta, mas tenho uma puta história para contar para vocês. Tudo começou por volta de meus 18 anos, nesta época comecei a punhetar, mas para meu desagrado só punhetava pensando em homens, e para piorar tudo, punhetava pensando no meu pai. No inicio achava isso doentio, mas depois me acostumei, e nunca tive a pretensão de realizar tais fantasias. Meu pai, engenheiro um cara que se deu bem na vida, casou com minha mãe que tinha mais dinheiro que ele. Nesta época ele tava na casa dos 40, mais era um homem fenomenal, tinha seus 1.90m, um corpo esculpido por fisiocutura em sua juventude, coxas largas, sem barriga, ombros largos e braço torneados, e um puto recheio na sunga.
Até então nunca tinha visto meu velho nu, mas pelo volume na sunga, possuía um belo conjunto de rola e saco. Seu relacionamento comigo era muito seco, na lembro nunca de ele me abraçar, me beijar, o máximo que saia era um passar a mão na minha cabeça. Mas por outro lado muito atencioso, uma dúvida na tarefa do colégio, ou qualquer pergunta sempre era muito gentil em responder, jamais me deixava sem respostas.
Mas um contato físico, nunca saia. Nós morávamos em uma casa, com grande jardim e quintal, vivíamos bem como já disse. Eu costumava, dar voltas noturnas pelo jardim, numa dessas voltas escutei um barulho e procurei vê da onde vinha, era meu pai, e de onde eu estava podia velo, mas ele não me via. Foi aí que começou a porra toda, ela olhou para um lado e outro, abriu a bermuda botou o rolão para fora e deu aquela mijada. Eu não acreditava no que via, podem pensar que é exagero meu, mais o pau do cara mole, devia Ter uns 13c, e de uma grossura deliciosa, eu me abaixei um pouca tirei o pau pra fora é já cai na punheta.
Ah!!!!!!!!!! Que delicia, para mim já era demais vê o rolão de papai, depois que ele terminou deu uma balançada, mas para meu delírio ele não guardou ficou esfolando, a cabeça do rolão entrava e saia, que visão única, pena que seu saco não estava também no lado de fora, vi que seu rolão tava ficando inchado, duro, mas ele guardou e continuou a andar. Gozei ali mesmo, depois no meu quarto outra, Ah! Papai como te desejo. No outro dia notei que meus pais haviam brigado. Minha mãe Dona Ruthi, muito religiosa, sempre em volta com padres e igrejas, o que não agradava muito a meu pai. Ela me avisou que faria uma vigília na igreja e não dormiria em casa. Não achei nada demais já que ela sempre fazia isso. Eu que sempre fui bom aluno, pra ser sincero o primeiro da sala. Não vi nem ouvi nada dito naquele dia. Só pensava no rolão de papai.
 Chegando em casa uma tarde normal, chegou a noite, e os empregado depois de certa hora foram para seu aposentos, que não ficavam dentro de casa. Depois de uma de minhas voltas no jardim, entro em casa, em seguida meu pai chega. E para minha surpresa totalmente bêbado, olha para mim, não diz uma palavra e vai para seu quarto. Me acorde de madrugada, ao sair do meu quarto vejo a porta do quarto de papai entre aberta, quando entro no quarto não acredito no que vejo meu pai dormindo, completamente nu, sono pesado.
A luz do quarto estava apagada, mas a luz do banheiro do quarto não. O que facilitou minha visão, seu corpo escultural de macho, a toda mostra, o que deixou meu pau totalmente duro, e como imaginava o seu saco era um colosso, gigantesco, com seu rolão grosso por cima, que coisa linda. Me aproximei de vagarinho. Com muito cuidado peguei no pau de mau pai, que tava meio inchado, meio mole meio duro. Com muita cautela esfolei, coloque a cabeça imensa e arredondada para fora, ele dormia profundamente para meu deleite, e nem se mexia. Peguei em seu saco suspendi um pouco, que pesadinho. Para minha surpresa e satisfação o pau de papai foi ficando grande e duro. Eu não acreditei no que vi. Devia Ter o rolão de papai, pra mais de 25c, e de uma dureza feito pedra, não resisti botei o rolão na boca. Como nunca tinha chupado uma rola antes, a não ser em minhas fantasias acabei mordendo o pau do velho, que acordou de imediato. Eu queria morrer naquele instante, ele deu um pulo, e gritou: "meu filho o que é isto?" Corri para meu quarto sem olhar para trás.
No outro dia, nunca tive tanto medo, no café quando olhei para ele, ele não olhava para mim. Meu papai se comportava como se nada tivesse acontecido, me deixou no colégio, no caminha perguntou algumas coisas sem importância, tipo, como vou no colégio. E quando desci do carro ele me avisou que minha mãe não dormiria em casa novamente, pois uma amiga sua estava morrendo, ou muito mal, não prestei muita atenção, queria era sair do carro. Já a noite em casa, já passava das 09 da noite, meu pai não havia chegado, quando minha mãe não dormia em casa sempre ele chegava tarde. Foi dormi, sem mais pensar muito no assunto, já que papai quis assim, era melhor. Mas por volta das 11 me pai bateu na porta e perguntou se podia entrar, eu gelei mas disse que sim. Ele só de roupão banho tomado, e cheirando a perfume de homem caro, ou seja a tentação em pessoa. Sentou ao meu lado da cama e me perguntou o que houve na noite passada, eu sem me restar mais nada cai no maior choro. Ele disse para eu para que só queria conversar.
Perguntou-me a queima roupa se eu sentia tesão por homem, nessa altura eu só confirmei com a cabeça, ele passou a mão no meu rosto e perguntou se já tinha ficado com algum homem, eu espantado disse que não, ele sorriu um sorriso lindo e amigo, e me perguntou o que eu tinha vontade de fazer com ele. Eu não disse nada, ele simplesmente tirou o roupão e ficou completamente nu. Que delicia ele era. Ele me deu um abraço, apertado. E disse que pegar no pauzão de papai, que? Eu sentei na cama ele de pé colocou um dos pés na cama ficando com o rolão perto do meu rosto e disse: "Filhão se você gosta de rola e melhor brincar com a do papai do que de um estranho. Quando deu por mim o seu pauzão estava durão no meu rosto. Ele disse: "Beija o pau do papai beija". Eu não beijei seu pau como o seu saco também. Peguei o rolão do papai com as duas mãos e comecei a punheta-lo, ele só sorria e gemia baixinho, mandou eu chupar suas bolas, o que deixou seu pau mais duro ainda. Ele sentou na cama e me mandou chupá-lo. Passava a mão na minha cabeça acariciava meus cabelos, porra que tesão.Ele mandou eu chupar só a cabeça do rolão e punheta-lo. Como o pau do papai era imenso dava pra fazer isso fácil. Ele avisou que ia gozar, e que eu bebesse todo o seu leite. Mas não consegui era muito, nas estocadas me engasguei e vazou muita porra pelos lado da boca.
Ele com um sorriso amigo, disse: "agora lambe toda a porra que vc deixou escapar, limpa o papai todinho vai."Eu seria capaz de passar o resto de minha vida realizando aquela tarefa, na limpeza resolvi por minha conta punheta-lo de novo, ele gozou, mas dessa vez nada se estragou. Ele então me beijou, mordeu meus lábios devagarzinho, chupou minha língua de uma maneira tão gostosa, que meus peitos ardiam de prazer. Meu pau pingava, tirei ele para fora e comecei a bater a melhor punheta de minha vida, com meu pai me beijando, depois de eu beber por duas vezes o seu leite. Gozei como nunca gozei em minha vidas. Papai disse; "Agora nos vamos sempre brincar, é melhor com papai do que com outro." Dizendo isso, coçou os cabelos do seu peito, me beijou a cabeça, e saiu completamente nu do meu quarto, sempre sorrindo, um sorriso meigo, amido, e aconchegante. A visão era única, ele indo para seu quarto, com seus passos largos podia vê um pedaço de seu maravilhoso saco, por entre suas pernas. Quando vi seu roupão no chão. Peguei o roupão e dormi sentindo o cheiro de seu perfume.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postar um comentário